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Ana Cristina Campos Rodrigues é carioca, mas radicada em
Niterói desde sempre. Adora a Cidade Sorriso e é uma bairrista com muito orgulho. Tem 26 anos, um filho
de 2, um namorado de 31 e um orientador de 37.
Fascinada por reis e rainhas por influência de seu pai,
português ferrenhamente afeiçoado à história de seu país nos momentos mais gloriosos. Seu caminho
inevitável, para juntar o gosto pelo passado com o amor pela leitura e pela escrita, foi tornar-se
Historiadora. Depois de graduar-se pela Universidade Federal Fluminense, está fazendo Mestrado em
História Moderna nessa mesma instituição. Seu objeto de estudo? Os duques da Borgonha. Para uma
referência mais direta, foram eles que capturaram Joana D'Arc e entregaram aos ingleses.
Seu gosto literário é amplo e variado. Sua mãe costuma dizer
que quando não há mais nada disponível, ela lê bula de remédio e as Páginas Amarelas. Tirando isso, lê
de Umberto Eco a Sidney Sheldon, de Allan Poe a Agatha Christie. Gosta muito de Tolkien, Marion Zimmer
Bradley, Anne Rice, Julio Dinis, Eça de Queirós, Sir Walter Scott, Isaac Asimov, Erico Verissimo,
Chesterton, Simenon...Entre muitos outros, que agora não foram lembrados.
Publicou um artigo na Revista Cantareira,
clique aqui,
para ter acesso ao artigo em formato PDF. E mantém um site pessoal com alguns de seus trabalhos
Driele Moon Voice,
um blog "diário" Quindins Blogger e um de crônicas
esparsas Doces Pensantes.
Frase que marcou sua vida? "Há metafísica bastante em não se pensar em nada" Fernando Pessoa.
Ana Cristina Rodrigues. |
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