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INFORMAÇÕES    
Autor: Daniel Gomes.
Título: Harmonia da Dissonância.
Publicação: 20/10/2006.
Categoria: Fantasia.
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Página - Star Trek Unlimited.

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FANTASIA      
Harmonia da Dissonância.
Por: Daniel Gomes.

Imagem da Internet.

Texto participante do REFICEF – Recanto dos Escritores de Ficção Científica e Fantasia.
Tema: “trecho da música ‘Belos e Malditos’ do Capital Inicial”.

As luzes negras piscavam incessantemente naquele lugar. Corpos molhados pelo suor excessivo se agarravam e se esfregavam. Suor, fumaça e corpos, eram tudo que se podia ver dentro daquele lugar num mar magistral de corpos humanos pulando sem parar.

E lá estavam eles. Os Três. Rapidamente num impulso foi em direção àqueles seres que estavam dançando compulsivamente na pista acima dos outros humanos. Desembainhou uma espada japonesa e tentou atacar a fêmea, mas foi em vão, tropeçara numa jovem que estava à frente deles. Eles observaram aquela figura sombria e, espantados, correram em direção ao banheiro.

Levantou-se rapidamente e foi atrás deles. Quando estava próximo do banheiro foi segurado por uma espécie de segurança. Pegou um taser e dera um belo de um choque nele e quando se virou para o lado do banheiro viu apenas uma forte luz azulada saindo de lá.

Ao entrar no banheiro olhou na direção do espelho e viu que o mesmo estava numa espécie de transição mística, uma outra imagem de algo totalmente diferente aparecia no reflexo.

- Metropolis. – E se aproximou entrando também no espelho.

- Keepers, Cenobitas, esse lugar de novo não. – grunhiu.

Metropolis era uma gigantesca cidade que ficava numa dimensão chamada Paradisia, onde o tempo e o espaço não existiam. Prédios antigos se misturavam a gigantescas construções de aço e vidro juntamente com castelos, templos e mausoléus de diversas culturas. Ele já havia estado ali outras vezes.

Um pouco a frente seguia o trio correndo feito louco. Antes que pudesse fazer alguma coisa um Keeper apareceu em sua frente.

- Mais uma vez aparecendo em nossa cidade, que honra. – Sorrindo cinicamente.

- Não tenho tempo Teles.

- E o que é agora? Qual foi a “vitima” que caiu nas graças do Acordo dos Prazeres? Você sabe muito bem que os humanos têm o dom da escolha e muitos escolhem o Acordo por sua própria vontade.

- Que é controlada por vocês... – Disse rosnando.

- Nós temos que ajudar os humanos a escolher, afinal ter o prazer supremo é mais do que é uma escolha é um estilo de vida.

- Saia da minha frente.

- Para que? Para caçar aqueles pobres coitados? Aqueles que escolheram a vida eterna do prazer e da insaciável sede pelo sangue? Deixo-os, agora eles estão em Paradisia. Lugar do prazer eterno.

- Talvez. – Sorrindo.

- Sabia que entend... – O Keeper caíra ao chão.

- Talvez não... – Colocando a espada na bainha novamente. Olhou para o corpo daquele Keeper com sua pele semitransparente e vira o corte que fizera do seu tórax até a pélvis. Depois olhou na direção onde o trio havia corrido e sumiu aparecendo à frente deles.

- Como? – Disse a fêmea do grupo.

- Se esqueceram que isso é Paradisia? Fonte da magia e dos prazeres?

Um deles o atacou pegando-o pela jugular e começou a sugar o seu sangue. O outro segurara o seu braço direito impedindo-o de pegar a sua espada. A mulher ficou a sua frente.

- E como poderíamos esquecer?

Antes que pudesse atacar a mulher jazia morta no chão e começara a gritar de dor e, em seguida, sumira em pó e cinzas.

- Ashanti. – Gritou o ser que estava segurando-o pelo braço. Neste momento de distração o caçador retirou uma pequena adaga da sua manga e com a força que dispunha enfiou no corpo do ser, sendo que não foi em nenhum ponto vital – Idiota...

- Não muito. – A adaga continha alho, sabendo-se que essa substância causaria reações alérgicas aquele ser e, de dentro para fora, começara a ficar inchado.

- Thomas. – Gritou o outro que o atacava pela jugular e antes que pudesse fazer alguma coisa caía também ao chão.

- É o fim. – Disse o caçador. – Pegando a espada e cortou-lhe o pescoço. Observou o outro que ainda se sufocava com o próprio pus – Se sobreviver, se lembre de mim. – Colocando seu crucifixo passado de geração a geração e enfiando na testa do pobre vampiro deixando a marca da família. – Nunca mais apareça na Terra.

Enquanto caminhava de volta do lugar de onde veio, o vampiro que ainda se sufocava com os seus próprios líquidos, gritara com as forças que restavam: - Belmont... maldiitooo.

Fim.

Daniel Gomes é criador e responsável pelo Pbem "Play By E-mail", onde são desenvolvidas as histórias da USS Bishop. Visite a página da USS Bishop. STAR TREK UNLIMITED

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