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Mulder desperta, desorientado. Sua visão está enevoada. Vê
os contornos de um rosto próximo ao seu, ergue a mão e alisa delicadamente os cabelos pendentes,
murmurando: "Scully...". Sua visão e mente rapidamente voltam ao normal e nota que os cabelos
não são de sua companheira de trabalho, mas sim de um ser de grande porte e de feições nada amigáveis.
Mulder, de imediato, retrai sua mão. Esse ente toca com a mão um objeto preso ao peito e diz:
"Worf para o Capitão Picard. Temos mais um... visitante... a bordo, senhor."
* * *
A tripulação da Enterprise encontra-se em polvorosa, mesmo com
todo o preparo de anos de academia e com a experiência que já tiveram no espaço. Diversas sondas foram
lançadas para analisar essa desconhecida região. O Agente Mulder é o décimo-quarto intruso que surge do
nada em algum deck da Enterprise. A nave estava se dirigindo ao planeta Belt VI, numa rotineira missão
para levar suprimentos médicos - missões das quais Picard sempre pensava, sem expressar-se verbalmente:
"O Alto Comando da Frota acha que minha nave é um cargueiro? Ainda bem que sempre acontece algo de
emocionante nessas missões!" Quando entraram em dobra, depois de uma breve sensação de desorientação,
estavam, nave e tripulação, nesse universo desconhecido. Estão aqui há menos de trinta minutos e já
localizaram catorze visitantes que chegam na nave tão desorientados quanto a tripulação da nave se
encontrava há poucos minutos.
"Capitão", Data diz,"os sensores acusam que há um ser
com aparência humana acompanhando o nosso vôo e forçando os escudos para penetrar no Deck 4; está
vestindo uma roupa azul, uma capa vermelha e uma... cueca vermelha." Mulder, que está na ponte,
pergunta, em tom irônico: "Não seria um pássaro, um avião...?" Ninguém entende a questão.
Picard ergue a voz para acessar o sistema de comunicação da
nave: "Teletransporte, traga para a nave o ser que está no lado externo do Deck 4". A Dra.
Beverly Crusher intervém: "Jean Luc, seria melhor teletransportá-lo diretamente à enfermaria. Ele pode
estar precisando de cuidados médicos..."
Picard segue o conselho e retifica a ordem dada. A Dra.
Crusher se dirige apressadamente à enfermaria. Seu pensamento: "Cuequinha vermelha? Hmmmmmm!!"
A Dra. Crusher caminha tão rapidamente e com o pensamento distante que nem dá atenção a um senhor que
está visivelmente confuso e com feições de desespero apocalíptico. Chama-se Frank Black e pertencera a
um grupo chamado "Millennium". Depois de mais alguns minutos de aflição, finalmente um
tripulante lhe dá atenção. Frank pergunta: "Pelamordedeus, quanto falta para a virada do milênio?
Quanto? Quanto? QUANTO?" O tripulante responde: "Senhor, as referências temporais atualmente estão
alteradas, mas, considerando-se o antigo sistema de datação do planeta Terra, devem faltar mais de
600 anos." As feições de Frank se aliviam; ele dá um leve sorriso.
Riker está caminhando para a ponte, quando escuta:
"Jeannie? Jeannie?" Reconhece imediatamente: "Este é o uniforme da Força Aérea Americana no
século vinte, não?" "Sim, senhor, sou o Major Anthony Nelson. Estou à procura de... uma amiga que
se encontra perdida na nave - ela é loira, altura média e chama-se Jeannie. Está usando uma roupa de...
ahn... odalisca... Disseram-me que ela veio nessa direção". "Não", Riker afirma,
"ela foi para aquele lado" - e aponta para outro corredor. "Obrigado, senhor".
"Não tem de quê, major." E Riker caminha em sentido oposto ao do Major Nelson, pensando:
"Yesssss! Uma loirinha em trajes de odalisca... Vamos ver quem a encontra primeiro..."
Enquanto isso, na ponte, materializa-se o Q. Picard olha-o
com incriminação. "Não olhe assim para mim", Q diz, "dessa vez não sou eu o culpado nem ninguém
do Continuum. Mesmo assim, nunca me diverti tanto... Mas vou dar-lhes minha costumeira ajudazinha e
trazer alguém que conhece alguma coisa desse universo." Q desaparece e surge uma moça muito, muito
bonita em seu lugar. Ela se apresenta como sendo a Princesa Leia. Está acompanhada de um dróide chamado
C-3PO. Ela fala aos oficiais sobre Darth Vader, os cavaleiros Jedi e a Aliança Rebelde. Picard
explica-lhe sobre seu universo e o que aparentemente está acontecendo.
Após alguns minutos, o dróide C-3PO começa a reclamar:
"Isso não vai dar certo. Isso vai acabar mal. Tenho certeza. Pessoas de outros universos? Distúrbios
espaço-temporais? Nunca ouvi falar disso nessa galáxia!" Após mais algumas dezenas de reclamações,
ouve-se Data: "Capitão, vou desativar meu chip emocional, pois estou sentindo uma vontade incontrolável
de compactar o dróide C-3PO numa lata de sardinha..." Picard: "Data, são nessas ocasiões que tenho
inveja desse seu recurso de ativar e desativar as emoções segundo a sua conveniência... Senhor C-3PO,
por gentileza, retire-se da ponte!" O dróide C-3PO sai da ponte, ainda reclamando:
"Ninguém gosta de mim. Nem meus serviços são necessários nessa nave por causa desses tais de tradutores
universais." Andando pelos corredores, ergue a voz para o ar: "Computador, em que local nessa nave
eu poderia passar o tempo?" O computador responde logo em seguida: "Nos holodecks, senhor. Há uma
simulação em andamento no holodeck 3, com acesso livre a novos ingressantes." "Ótimo!",
alegra-se C-3PO e com o turboelevador acessa o deck correspondente. Localizando o holodeck 3, toca nos
sensores e a porta se abre.
C-3PO é recepcionado por um ser bípede, de olhos saltados,
focinho, sorriso largo, orelhas gigantescas e caídas. Tal ser está todo saltitante e cumprimenta o
dróide: "Olá! Sou o Jar Jar Binks! Bem-vindo à FANTÁSTICA FÁBRICA DE CHOCOLATE WONKA!" C-3PO
entra, sendo recepcionado também por alguns anões. Jar Jar apresenta-os:
"Esses são os trabalhadores da fábrica e esses outros são visitantes como eu - os Ewoks!"
Aproxima-se um rapaz com diversas barras de chocolate nas mãos enquanto mastiga outra barra. Com o rosto
lambuzado de chocolate ele estende a mão dando boas vindas ao dróide: "Olá! Fique à vontade que o
passeio pela fábrica vai começar daqui a pouco. Em quinze minutos o Wonkamóvel partirá. Eu sou o
criador dessa simulação e espero que goste. Está acontecendo alguma coisa lá fora?" C-3PO:
"Não, nada de importante." O rapaz: "Então vamos continuar nos divertindo aqui! Você já foi
apresentado aos divertidos Jar Jar e aos Ewoks, não? Como você chegou por último, você será o pegador
na nossa brincadeira de 'esconde-esconde'. Conte até 100, tá? Ah, a propósito, meu nome é Wesley
Crusher, qual é o seu?" Após C-3PO se apresentar, ele começa a contar até 100 enquanto Wesley, Jar
Jar e os Ewoks correm freneticamente para se esconderem...
Na ponte a situação fica tensa quando sai pelo turboelevador
um ser humano usando uma máscara de plástico com orifícios para os olhos e o nariz, desgastada pelo uso
e quebrada em alguns pontos. Parece ser uma máscara que era utilizada num esporte chamado hockey no
século vinte no planeta Terra. Ele ameaça a todos com um machado. Worf detém o tal ser enfurecido, mas
a força de Worf não é suficiente. Data ajuda e quase tem o braço cortado. Mulder, que ficara ao lado de
Worf nos controles, observando-o enquanto manipulava os controles, toca alguns pontos do painel e o ser
mascarado se desmaterializa... Worf volta até o painel e afirma: "Senhor, o ser mascarado foi
teletransportado para o exterior da nave, mas não consigo mais localizá-lo... Ele desapareceu, senhor..."
Mulder comenta baixinho: "Meu Deus! Hoje é sexta feira 13!"
Um sinal de alerta soa na ponte. A Enterprise se aproxima de
um objeto que parece ser conhecido... Picard: "Visual, Sr. Data..." A imagem na tela é alterada.
"O que é isso? Uma esfera Borg tamanho família?" A Princesa Leia esclarece:
"Não, capitão. É a 'Estrela da Morte', a arma mais poderosa do Império!"
"Data, há algum perigo para a Enterprise se formos
investigar?", Picard pergunta.
"Não, senhor."
A Enterprise se aproxima mais da "Estrela da Morte".
Worf: "Estamos sendo contactados..."
"Responda e coloque no visual, Tenente Worf..."
Surge na tela a figura de uma moça ruiva.
"Olá!", ela diz. Mulder se aproxima da tela: "É minha companheira de trabalho! Oi, Scully!
Você está bem?"
"Sim, Mulder. O Senhor Darth Vader está me tratando muito
bem. Precisamos ajudá-lo contra rebeldes que querem dominar essa galáxia!"
Princesa Leia: "Não, Darth Vader é do 'Lado Negro da Força'!"
Data: "Senhor, uma nave se aproxima..."
"Visual, Sr. Data"
Princesa Leia: "É o destróier imperial! Precisamos fugir!"
Picard: "Data, a Enterprise pode enfrentar essa nave?"
"Verificando senhor..." Data pressiona alguns pontos
do painel. "Seria uma moleza, senhor. Com meio torpedo fotônico podemos transformar esse destróier numa
nuvem de purpurina..." Data continua: "Capitão, detectando alguns caças dirigindo-se à Estrela da
Morte. No visual, senhor..."
A Princesa Leia olha a tela: "São as naves da Aliança
Rebelde! Vão tentar destruir a Estrela da Morte!"
"Eles podem destrui-la, Data?", Picard questiona.
"Sim, senhor - nossos sensores detectam um ponto fraco nas
coordenadas..."
"Vamos embora daqui!" - Picard interrompe.
"E a Scully?" - Mulder intervém.
Picard: "Tá bom. Tenente Worf, trave um sinal nela e
teletransporte-a para cá..."
Scully se materializa na ponte. Seus olhos arregalados. Vê
Mulder e dá um sorriso de alívio. Corre em sua direção e o abraça. Olham-se nos olhos. Os olhares descem
para os lábios. Os lábios de Scully se entreabrem, assim como os de Mulder. Aproximam-se vagarosamente
os rostos. Toda a ponte os observa. Os lábios se unem. Passa-se um minuto. Dois minutos. Picard
pigarreia. Três minutos. Quatro minutos. Picard: "Tenente Worf, teletransporte-os para a holosuíte 1."
O casal se dissipa da ponte.
A porta do turboelevador se abre e dois homens rolam pela
ponte de comando, engalfinhados. Um deles já é nosso conhecido: é o homem da máscara, novamente. O
outro não deixa de ter suas estranhezas, pois lâminas afiadas de metal saem de suas mãos, como se
fossem garras metálicas. Worf já sabe o que fazer: teletransporta o homem da máscara para o espaço.
O outro homem se levanta, as garras de suas mãos se retraem. Ele olha para todos da ponte e arregala
os olhos ao ver o capitão Picard. Eufórico, exclama: "Professor Xavier, fico feliz em encontrá-lo!"
Picard se espanta: "Desculpe, senhor, mas sou o capitão Jean Luc Picard da nave estelar Enterprise."
O recém-chegado se desculpa: "Perdoe-me, o senhor tem muita semelhança com o Professor Xavier. Até a voz
é semelhante. Deixe-me apresentar: chamo-me Wolverine e sou do grupo de mutantes X-Men."
Em um dos corredores da Enterprise surge um vórtice de luz à
altura do teto. Por ele caem dois adultos, um deles está usando um terno e outro, um pulôver.
"Tony, você está bem?" "Estou, Doug, e você?" "Tudo bem comigo. Em que época será que
viemos parar dessa vez?" Uma música começa a tocar pelo sistema de comunicação da Enterprise:
"Every night in my dreams / I see you, I feel you, / That is how I know you go on..." A nave
sofre alguns sacolejos. Doug fica com uma expressão de preocupação: "Tony, será que estamos de novo no Titanic?!"
Ouvindo essa música também na ponte, Picard pergunta:
"Data, que língua é essa que nosso tradutor universal não está traduzindo?" Data olha para o
capitão e ergue ligeiramente os ombros: "Sei lá, capitão." Picard: "Data, elimine essa maldita
música do sistema de comunicação!" Data manipula os controles numa velocidade vertiginosa e após um
minuto a música cessa. "Grato, Data", Picard diz. "O que foi esse tremor, Data?",
Picard questiona. "Analisando, senhor..."
"Senhor, nossos sensores e os sensores das sondas que
enviamos acusam que todo o espaço tremeu!" "Impossível, Data, pois é preciso um referencial para
se dizer que algo tremeu. Será algum mega hiper super big distúrbio espaço-temporal?" "Não",
Data responde, "todo o espaço tremeu, acusam os sensores. As concentrações de gravitons, de táquions, de
neutrinos e de pepinos estão normais. As leis da Física nesse universo são diferentes. Vou
demonstrar..." Data dispara dois torpedos fotônicos num asteróide e ouve-se a explosão alguns
segundos depois.
As pessoas da ponte ficam espantadas, já que seria impossível
ouvir-se o barulho da explosão dos torpedos se propagar no vácuo, considerando-se que o som precisa de
algum meio para se propagar. Troi, entretanto, fica sem entender o porquê de todos ficarem admirados.
"Data", Picard interroga, "é possível que estejamos num universo criado num simulador? Ou
que alguma espécie alienígena esteja manipulando nossas mentes?" Data toca alguns pontos de seu
terminal e elucida: "Não, senhor. Todos os sensores e sondas acusam que estamos num universo real e os
autodiagnósticos acusam perfeito funcionamento dos sistemas."
Picard anda para um lado da ponte e todos os olhos o
acompanham. Depois anda para o outro lado e todos os olhos continuam a acompanhá-lo. Troi rói as unhas.
Picard caminha de novo para o outro lado e os olhares de todos novamente o seguem. Quando ameaça se
sentar em sua poltrona de comando, o capitão sente um beliscão em suas nádegas. Ao virar-se, vê no
assento da poltrona um pequeno animal de olhos grandes, com cauda e usando fraldas. Esse animal
alegremente grita: "Não é a mamãe! He he he..." Picard se irrita, pega esse pequeno animal que
parece ser um filhote de dinossauro e joga-o para o outro lado da ponte. Ouve-se do pequeno dinossauro
depois de sua aterrissagem: "De novo! De novo!"
Picard procura se recompor: "Parece que dessa vez entramos
numa encrenca das boas mesmo! #%@#$*#! Se ao menos tivéssemos o Wesley por aqui para salvar o dia..."
Picard pensa consigo: "Nunca passou por minha cabeça a idéia de que um dia iria querer aquele pentelho
por perto de novo..." Data: "Senhor, nossos sensores internos acusam que o Wesley está na nave.
Holodeck três." Picard: "Ponte para Holodeck três". Ouve-se uma melodia no sistema de
comunicação na nave: "Oompa Loompa doompadee doo; I've got another puzzle for you...."
Antes que Picard pudesse falar, aparece na ponte um robô
descontrolado a dizer: "Perigo, Will Robinson, perigo." Segue-lhe um senhor simpático que
afirma: "Nada tema, com Smith não há problema!" Não bastasse essa interferência, ouve-se o som
de uma serra elétrica e surge novamente o homem da máscara investindo contra a tripulação. Abre-se
novamente a porta do turbo-elevador e sai um outro Picard, já idoso, com uma barba branca e com um
cacho de uvas nas mãos. Novos tremores na nave. Enquanto Wolverine luta novamente contra o homem
da máscara, Data tenta conter o robô recém-aparecido. Outro tremor no espaço. Troi sente que as
emoções do Capitão Picard estão atingindo um ponto crítico. Picard não agüenta mais a situação e
solta um longo e estridente grito! Depois disso, brada: "Tenho a responsabilidade pela vida de
1.012 pessoas nessa nave!" Em seguida, Picard pensa: "Sempre quis usar essa frase..."
Silêncio. Todos da ponte ficam estáticos, paralisados, como
se estivessem congelados.
Surgem de repente um casal de adultos - uma loira atraente
com um senhor de orelhas salientes - e uma idosa simpática que parece estar muito confusa.
"Samantha! O que a sua tia aprontou dessa vez?" "James, tenha paciência com ela!"
Samantha dirige a voz calmamente para sua idosa tia: "Tia Clara, tente se recordar do feitiço que
causou essa confusão..."
A tia Clara, hesitante:
"Deixe-me ver, deixe-me ver... Eu estava sentada no sofá e queria trocar o canal em que a
televisão estava sintonizada... Daí fiz um feitiço para isso... Ah, lembrei!" James e Samantha se
afastam da tia Clara, que começa a recitar seu feitiço de reversão:
"Asas de morcego; político ladrão;
ameaça ao Iraque; minha éguinha pocotó;
reprise de episódio; ô, ô, lá vem timão;
siliconada, popozuda, um pouco de alho-poró,
que tudo volte ao que era até então!"
Ela ergue os braços e todos os visitantes, inclusive o
trio recém-chegado, desaparecem da Enterprise.
* * *
Picard observa pela janela de seus aposentos as luzes
cintilantes da noite do planeta Belt VI enquanto a Enterprise orbita o astro. Essa foi a missão
mais tranqüila que já teve. Nenhum pedido de socorro, nenhum fenômeno espaço-temporal desconhecido,
nada para investigar. Decide aproveitar esse tempo livre para usufruir de um de seus passatempos
preferidos e pouco conhecido por seus colegas. "Computador, acesse meus arquivos privativos.
Código de segurança ômega-quatro-seis-alpha-sigma". O computador libera o acesso.
"Computador, exiba o índice dos episódios das séries de televisão das décadas de sessenta a noventa
do século vinte - em ordem alfabética dos seriados e ordem numérica dos episódios."
Picard seleciona um episódio de uma das séries. Caminha
até o sintetizador e solicita: "Pipoca com manteiga e queijo, tamanho grande, bem quente; refrigerante,
tamanho grande, com gelo." Materializam-se o pacote de pipocas e o copo de refrigerante. Picard
pega-os e senta-se confortavelmente numa poltrona. Com os pés, retira seus sapatos e lança-os longe.
"Computador, inicie a exibição do episódio selecionado..." Picard abocanha um punhado de
pipocas. Enquanto mastiga, percebe-se nele um sorriso de satisfação...
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