A HORA DE DESPERTAR – Parte 6 – Final
Nuriel começou contando que vinha de outro universo, que seria paralelo ao que estava agora, por uma passagem que se abriu para o funil de descarga.
Depois ela falou do sinal capitado por sua nave, a Saratoga, em uma língua que ninguém conhecia e que no shuttle encontraria uma cópia gravada no computador. Ela continuou falando sobre o encontro da nave esférica caída em um planeta e que a expedição de investigação achou uma criatura que mais tarde se identificaria com o nome de Tanah, um Naat.
Nuriel relatou sobre as conversas com o alienígena e as discussões com a positrônica que queria matar todas as pessoas do grupo.
Fez uma pausa para tomar fôlego por alguns segundos e continuou relatando que Tanah ofereceu seus mapas estelares e as equações básicas que regem a positrônica, pois em seu universo ainda não haviam conseguido esta tecnologia, em troca de peças para consertar uma das naves auxiliares e dos mapas estelares dos Terranos daquele universo para ….
- Como disse? – interrompeu o capitão West – Seus mapas estelares? Eles tem as coordenadas da Terra?
- Sim, a posição da Terra está incluída nos mapas.
- Tenente Olga, leve nossa hóspede para um alojamento até que eu decida o que fazer.
- Espere, tem ma… – tentou protestar Nuriel, mas foi interrompida pelo capitão.
- Vou consultar meus superiores sobre o assunto e lhe comunico depois.
- Temos pouco tempo, ele logo estará passando pelo funil…
- Eu estarei preparado, agora vá.
Escoltada pelo pessoal da segurança Nuriel seguiu a tenente Olga até o alojamento onde teria de esperar.
A tenente Olga foi embora antes que Nuriel pudesse perguntar qualquer coisa.
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O capitão West imediatamente chamou o operador de rádio:
Mensagem prioritária para a Terra, o texto é:
” Possível descoberta da posição da Terra pelos Arcônidas. Necessito de instruções urgentes. Assinado Capitão West, Cruzador Napoleão, setor Fera Cinzenta”
- Mande isto codificado, condensado e direcional para a retransmissora mais próxima marcada com prioridade máxima.
Quando o operador de rádio confirmou o envio da mensagem ele desligou o intercom e começou a andar de um lado para o outro tentando encontrar uma solução para o caso se o que esta Nuriel contou for verdade.
Sem um telepata a bordo seria difícil comprovar a veracidade dos fatos embora achasse pouco provável que alguém conseguisse mentir sob seu efeito.
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Já fazia meia hora que estava neste estado de ansiedade.
“Se o Computador Regente descobrisse a posição da Terra faria o mesmo que fez com Fera Cinzenta: destruiria tudo sem dó nem piedade.”
O estalo do alto-falante chamou sua atenção interrompendo seus pensamentos.
- Capitão West, fala o operador de rádio. O general Rackbex quer falar com o senhor.
- Transfira para minha cabina.
- Tudo bem, transferindo.
Na parede perto do armário apareceu a imagem do general.
- Senhor. – disse ele a título de saudação.
- Capitão, que estória é essa de Arcon descobrir a posição da Terra?
West relatou tudo que havia ouvido de Nuriel para que o general ficasse a par dos fatos.
- Você tem algum telepata por ai?
- Não senhor, nem na frota que está nas imediações.
O general fez uma careta e após alguns segundos completou:
- Você já usou o projetor mental?
- Não senhor, havia me esquecido disto.
- Então use. Se os fatos se confirmarem entre no funil e aguarde a passagem da nave Arcônida. Se não puder capturá-la, pode destruí-la. Estarei preparando as coisas aqui e informando aos Marechais Solares sobre a situação para o caso de você não ter sucesso. Boa sorte.
Nem tinha respondido e o general já havia desligado.
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Nuriel estava deitada aguardando. Toda hora olhava para o relógio na parede perto da porta. Sua última olhada mostrou estar a 40 minutos presa ali.
A conversa com o capitão West tinha sido interrompida quando ela falou que o Naat estava de posse dos mapas estelares com a posição da Terra. Agora sabia que o Naat mentiu em alguma coisa ou no todo que contara. Faltava apenas saber onde.
As providencias a serem tomadas caberiam ao capitão.
De repente lembrou-se da Saratoga e dos amigos que tinha deixado lá. Se o funil fechasse estaria presa para sempre neste universo.
A porta do alojamento se abriu e a tenente Olga entrou.
- O capitão deseja vê-la.
Nuriel se levantou e soltou a farpa.
- Já não era sem tempo.
Elas saíram para o corredor onde Nuriel viu que a escolta ainda permanecia a postos. “Mais um interrogatório” pensou ela.
O grupo seguiu por vários corredores e alguns elevadores até chegar a sala do capitão.
A porta se abriu e desta vez Nuriel entrou sozinha.
- Sente-se. – disse o capitão apontando para a cadeira e antes que ela esboçasse qualquer reação ele continuou.
- Vou lhe contar meu problema e o que tenho que fazer, foi uma ordem superior, para confirmar sua estória. – fez uma pausa para tomar fôlego e continuou:
- O Império Arcon é governado por um computador que se acha o dono desta galáxia. Nos últimos cinqüenta anos ele tem tentado encontrar a Terra para nos submeter aos seus domínios e se não conseguir vai fazer o que fez com nossa colônia no planeta abaixo, ou seja, simplesmente destruiu a superfície e depois explodiu o planeta só deixando um monte de asteróides para traz.
- O Computador não sabe onde fica a Terra, por isto, se sua história for verdadeira, terei de capturar a nave ou destruí-la.
- Minha história é verdadeira. – exclamou ela.
- Eu não tenho um telepata para confirmar isto, mas tenho meio – ele fez uma pausa, abriu a gaveta de seu lado direito, retirou um projetor mental e mostrando para ela continuou – para confirmar sua versão dos fatos.
- Este aparelho emite uma onda hipnótica que faz a pessoa atingida executar todas as ordens que lhe forem dadas, logo você falará toda a verdade. Ele não tem efeitos colaterais e após desligado a pessoa volta a seu estado normal. Você recusaria o uso deste instrumento para averiguação de sua história?
” Se eles podem controlar a mente das pessoas isto pode ser de grande ajuda para resolver muitos problemas. Se eu recusar ele pensará que tudo é mentira e em breve a nave de Tanah passará e depois adeus Terra.” – pensou ela.
- Tudo bem, pode usar.
- Quer que eu chame alguém como testemunha?
- Não precisa. Vamos terminar logo com isto.
West apontou o cilindro para Nuriel e apertou o botão dizendo:
- Conte-me sobre o Naat Tanah.
Sob a influência a onda hipnótica Nuriel repetiu tudo que já havia falado a uma hora atrás de modo que West não teve mais dúvida.
- Quando eu contar até 3 você vai acordar do transe e se lembrar do que falou até agora.
1, 2 , 3.
Quando o projetor foi desligado, Nuriel teve um calafrio como se tivesse caído no sono e acordado de repente.
- Pronto, tudo acabou. Você repetiu a história toda como havia contado da primeira vez e ainda acrescentou alguns detalhes interessantes. Vamos até a sala de comando, temos muito que fazer e o tempo corre contra nós.
Chegando à ponte a tenente comandante Júlia virou-se para ele e disse:
- A nave capitânia dos Arcônidas já chamou duas vezes. Querem saber o que era aquela nave que capturamos e qual a emergência referida na mensagem transmitida.
- Acho que fiz bobagem. – disse ela para West.
- Não se preocupe, eu contorno isto. – e virando-se para Júlia completou – Diga a eles que estamos investigando. Avise a frota que entraremos no funil e voltaremos o mais breve possível ficando o Cruzador Sorgo no comando até mina volta.
A tenente Júlia se encaminhava para a sala de rádio enquanto o capitão se dirigiu ao posto do navegador e falou.:
- Leve-nos para dentro do funil. – e dirigindo-se à Nuriel questionou – Onde exatamente você entrou no funil?
- Só olhando no computador da minha nave.
- Tenente Olga, acompanhe nossa hóspede até o hangar.
Nuriel viu a tenente vir em sua direção e levantando-se, foi encontra-la no meio do caminho. Elas deixaram a ponte pelo elevador principal e antes que chegassem ao deck do hangar, ouviu-se o ronco dos motores movimentando a nave.
Alguns segundos depois estavam no hangar.
Nuriel assustou-se quando não viu seu shuttle no lugar onde o havia deixado e dirigindo-se à Olga perguntou:
- Onde está minha nave?
- Não sei. – respondeu ela. – Vamos até o chefe do hangar para ver o que houve.
Seguindo para a sala de vigilância encontrou o tenente Orcim verificando uma longa lista de itens.
- Tenente Comandante Orcim – disse Olga fazendo continência parada a frente da mesa.
Orcim levantou a cabeça para ver quem estava parado ali, mas logo voltou a olhar para a prancheta.
- Em que posso ajudá-la? – falou ele em tom pausado, quase preguiçoso.
- Onde se encontra a nave alienígena que chegou hoje?
- Refere-se ao shuttle que recolhemos a 2 horas atrás?
- Sim senhor.
Nuriel já estava perdendo a paciência com o sujeito que parecia estar dormindo.
- Está no nicho 8.
- Obrigada.- Disse Olga fazendo continência e virando-se sobre os calcanhares para sair.
- Sua amiga não faz continência para um superior?
Olga ficou sem saber o que responder, mas Nuriel explodiu.
- Eu sou a comandante Nuriel, primeira oficial do cruzador Saratoga, quem tem que fazer continência é você. – gritou ela para o tenente, que ficou branco como cera e levantou-se com a rapidez de um raio, fazendo a mais perfeita continência que Nuriel havia visto em cinco anos de serviço militar.
A gritaria atraiu a atenção de alguns membros da tripulação do hangar que ao verem as duas mulheres saindo da sala do chefe logo voltaram aos seus afazeres.
“Alguém ainda vai pegar no meu pé devido a este mico” pensou Orcim.
Olga chamou um cadete e pediu a indicação de onde ficava o nicho 8. Este apontou para cima à esquerda da posição das duas.
Elas teriam que subir 3 lances de escada para chegar a nave ao Shuttle. Em pouco mais de dois minutos as duas estavam entrando na nave.
Nuriel dirigiu-se à poltrona do piloto, e ao toque dela, o painel se iluminou. Digitando os comandos necessários foi possível ter acesso as informações solicitadas pelo capitão West.
Com as coordenadas armazenadas na cabeça, Nuriel disse:
- Vamos, já tenho o que preciso.
As duas desceram a escada chegando ao “chão”.
- Onde é o intercom mais próximo?
Olga seguiu até a parede lateral do hangar perto da sala do vigia.
Nuriel apertou o botão e falou:
- Ponte, comandante Nuriel.
- “Capitão West, prossiga.”
- 12 x 7 x 19
- “Obrigado”.
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Na ponte West aguardava as coordenadas onde, teoricamente, a nave Arcônida surgiria.
- “Ponte, comandante Nuriel.”
- Capitão West, prossiga.
- “12 x 7 x 19″
- Obrigado. – Disse ele e dirigindo-se ao navegador completou – Leve-nos para o ponto indicado.
- Sim senhor! – disse o navegador.
Ouviram-se alguns botões sendo pressionados e logo o ruído característico dos motores encheu a sala de comando.
- Dez segundos para o ponto indicado – relatou o piloto.
- Parada total quando chegarmos às coordenadas da passagem dimensional. – e virando-se para o operador do rastreamento questionou:
- Como está lá fora?
Antes que obtivesse uma resposta o piloto falou: – Parada total, chegamos às coordenadas do ponto de espera.
- Nada bom. Descargas violentas estão por toda a parte, se uma delas nos atingir estaremos em apuros.
Neste instante Nuriel entrou na sala de comando e dirigindo-se à parte central colocou-se ao lado da poltrona do capitão e perguntou:
- Como estamos?
- Por enquanto tudo bem, mas se uma destas – apontou para a tela onde uma descarga acabara de passar – nos atingir estaremos fritos. Como você conseguiu passar?
- Foi um pouco sacudido e sou boa em pilotagem de naves pequenas. – respondeu ela com um sorriso no rosto.
- Por precaução, vamos à alerta vermelho, postos de batalha. – disse apertando o botão que fez as luzes da sala de comando alterarem para vermelho.
Em toda a nave, as sirenes tocam indicando uma situação de possível combate.
- Só podemos esperar. Tomara que não demore muito, não gostaria de estar no funil quando ele se fechar.
Nuriel empalideceu na hora ao ouvir esta frase.
“O funil se fechar?! Tinha esquecido que não pertencia àquela nave e tão pouco àquele universo. Tinha que voltar para sua dimensão.
- Capitão – disse ela – permissão para deixar a nave, tenho que voltar para meu universo.
West virou-se para ela sem saber exatamente o que falar pois o funil logo se fecharia. A instabilidade já era muito grande. Mais algumas horas e não poderia ficar dentro dele e se o funil se fechasse antes que ela conseguisse passar, estaria morta.
- Tem certeza que deseja ir? A instabilidade está muito grande e sua nave pode ser destruída por uma destas descargas.
Nuriel abriu a boca para responder, mas o operador do radar gritou antes.
- Rastreamento para o capitão. Descargas energéticas aumentando, fortes flutuações gravitacionais a nossa volta. Eu diria que o funil vai entrar em colapso a qualquer momento.
Virando-se para Nuriel, West questionou:
- Vai querer assim mesmo?
Viu-se que a tristeza estampou no rosto dela. Em sua mente uma pergunta não parava de se repetir:
“Aguardar ou morrer tentando?”
- Tentar voltar para casa agora seria suicídio. Vamos embora esperar a nave de Tanah aparecer ou funil se fechar para sempre. Tenho certeza que daremos um jeito de eu voltar para casa.
- O Administrador Geral, Perry Rhodan, possui amigos e recursos que você nem imagina que possa existir. Ele arranjará um modo de levá-la para a casa. – Colocou West. Ele sabia que dificilmente conseguiriam uma audiência com o chefe e se conseguisse, talvez este nem pudesse ajudar.
Virando-se para o navegador ordenou retirada imediata do funil.
O ronco surdo dos motores foi ouvido em seguida e logo o “céu” se tornou negro com a saída daquele fenômeno da natureza.
- Parada total. Coloque a frota terrana em estado de alerta. Qualquer nave que sair do funil, mesmo sendo esférica deverá ser destruída sem aviso prévio.
O operador do rádio enviou a mensagem e em alguns segundos, outras naves se aproximaram da Napoleão tomando a posição para um possível combate.
- O comandante Arcônida está chamando capitão.
- Diga-lhe que estou ocupado.
Segundos depois.
- Ele quer saber o que está acontecendo.
West pensou por alguns segundos na desculpa que teria de dar, mas não achou nada convincente.
- Diga que são problemas internos e ignore qualquer novo chamado.
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Quando a nave auxiliar entrou na fenda que o levaria de volta ao funil pensou satisfeito em como havia concluído a missão de modo bem diferente do que tinha planejado o regente.
Seus pensamentos logo foram interrompidos pelos alarmes disparados e pelos fortes solavancos que a nave sofria.
- “Fortes descargas energéticas a volta da nave. Rastreamento com desvio de 73%. Seguindo curso conforme estimativa.” – falou o computador.
- O funil está se fechando?
- “Calculando….a probabilidade é de 99% de o funil estar se fechando.”
- Então acelere ao máximo e vamos sair antes que fiquemos presos aqui.
O ruído dos motores aumentaram rapidamente. Um ponto negro surgiu na tela e logo começou a crescer e em alguns instantes já ocupava a tela inteira.
De repente a nave desacelerou bruscamente, painéis explodiram por toda a sala de comando e as luzes se apagaram dando lugar para as de emergência.
A sala de comando começou a deformar dando a impressão que estava esticando e a tela a sua frente afastando rápido.
“O que está acontecendo?” pensou ele.
Um principio de pânico tomou conta do Naat, mas logo foi substituído pelo raciocínio lógico.
- Relatório! Gritou Tanah.
Tanah não viu o funil se fechar atrás da nave e esta ser puxada para dentro da anomalia pois a tela estava apagada. Os controles de sua estação não respondiam. Só podia ficar ali aguardando que algo acontecesse.
Do mesmo modo como a nave desacelerou bruscamente, ela começou a ser puxada e acelerada em sentido contrário. Os neutralizadores de inércia não estavam respondendo com a devida rapidez assim quase toda a força da aceleração foi sentida dentro da nave fazendo com que Tanah ficasse inconsciente.
Este desmaio não o permitiu ver que o negro do espaço foi substituído velo vermelho e que logo abaixo de sua posição, de uma grande plataforma com várias torres e antenas a nave se aproximava rapidamente.
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Na Napoleão todos viram a nave esférica parar de repente, ser esticada, puxada para trás e o colapso do funil antes que algo pudesse ser feito. Quando a primeira palavra foi ouvida o funil já estava fechado.
- O que foi isto? Que aconteceu com a nave? – perguntou Nuriel para West.
- Não sei, nunca vi isto desde de que tudo isto começou. – e dirigindo-se a tenente Juliana ordenou – mande um relatório para Terranea acrescentando as imagens que acabamos de ver.
- Sim senhor. – falou ela levantando-se e dirigindo-se para o posto de rádio de onde mandaria toda a gravação.
- Bom, cara Nuriel, parece que este é o fim de um problema e começo de outro. Como mandá-la para casa?
Fez uma pausa para pensar em algo animador para dizer a ela, mas nada lhe vinha à cabeça. Depois continuou.
- Me ajude a fazer um relatório para o quartel general da frota e para o Chefe. Só ele pode achar um meio de mandá-la de volta.
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A nave auxiliar foi capturada pelo raio trator e colocada em um hangar vazio. Assim que este foi pressurizado, vários Druufs a cercaram e logo uma comporta estava aberta dando passagem para o interior da nave.
Após alguns minutos de busca chegaram a sala de comando onde encontraram Tanah já morto com um grande ferimento na cabeça.
“É uma nave Arconida ou Humana vinda pelo funil.”
“Vamos fazer uma busca completa na nave e ver se encontramos algo que nos possa ser útil.” – disse um deles
“Temos que ser rápidos pois as experiências estão quase concluídas para criarmos uma abertura artificial.”
Logo outros Druufs chegaram e se espalharam por toda a nave em busca de qualquer informação.
Os que estavam na sala de máquinas logo colocaram um gerador para funcionar o que permitiu o acesso ao computador de navegação e aos mapas estelares onde apareceram as principais estrelas do outro universo.
“Diga ao general que encontramos a localização da Terra de Perry Rhodan”.



