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Ficção Fantástica

LEMBRANÇAS – H2O – Parte 3/3

Voltamos ao continente e cada uma seguiu seu caminho. Voltei para casa, esperando não encontrar ninguém, pois não queria que me vissem chorar. Infelizmente não tive sorte, a Sam, minha madrasta, me viu entrar chorando. Corri para o meu quarto e fechei a porta, mas antes de trancá-la, ela entrou e me perguntou qual era o problema.

- Não é nada. – disse eu, mas enganá-la não deu certo.

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LEMBRANÇAS – H2O – Parte 2/3

Na manhã seguinte, as sete horas, nos quatro estávamos no píer. Na verdade, debaixo dele, na água, como sereias. O Lewis já tinha o barco pronto para ir. Minutos depois chegou a Charlotte e logo depois a Sra Chatmam.

Partimos em alta velocidade em direção a ilha. Naturalmente chegamos primeiro que o barco.

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LEMBRANÇAS – H2O – Parte 1/3

Era para ser um dia feliz, meu aniversário de 70 anos, mas eu estava triste e nada do que minha família e meus amigos tivessem feito poderia melhorar meu humor.

A casa estava enfeitada com balões, a mesa do bolo maravilhosa e nem mesmo ver toda a família reunida junto com os meus melhores amigos poderia fazer meu coração se encher de alegria. A morte da Emma a dois anos ainda me abalava muito. Eu sabia que um dia isso iria acontecer, mas na minha cabeça sempre achei que seria a primeira a ir. Rikki, Bella e Lewis estão sempre ao meu lado tentando me dar força. Minhas filhas tem feito de tudo para que eu me torne um pouco mais alegre. Embora mantenha o sorriso no rosto, meu coração não está ajudando.

Ao ver uma foto de nos quatro na estante, não resisti e fui ao meu quarto para desabafar com o travesseiro. Fechei a porta e cai na cama, chorando de saudades.

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CAPITÃO AMÉRICA

Parte I – Argumentos Racionais.

Dia D. Litoral da Normadia.

A chuva fria açoitava os soldados espremidos na balsa.

Jones se inclinou sobre si mesmo e vomitou até que o conteúdo de seu estômago se misturasse com a água que encobria todo o chão.

O vento forte uivava, misturado ao choro medonho das metralhadoras e os gritos de agonia dos soldados na praia.

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ANJO DA MORTE

Parte I

Nunca houve época como aquela.

Eu vivia com Camila em uma casinha entranhada no meio do bosque. Era uma casinha rústica, mas bonita. Eu plantava flores em canteiros ao redor da casa. Assim, quando acordávamos éramos recepcionados por uma arco-íris vegetal.

Eu então lavava meu rosto no riacho e levava água para que Camila fizesse o café. Enquanto ela o preparava, eu a observava.

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