Perry Rhodan
A HORA DE DESPERTAR – Parte 6 – Final
Nuriel começou contando que vinha de outro universo, que seria paralelo ao que estava agora, por uma passagem que se abriu para o funil de descarga.
Depois ela falou do sinal capitado por sua nave, a Saratoga, em uma língua que ninguém conhecia e que no shuttle encontraria uma cópia gravada no computador. Ela continuou falando sobre o encontro da nave esférica caída em um planeta e que a expedição de investigação achou uma criatura que mais tarde se identificaria com o nome de Tanah, um Naat.
Nuriel relatou sobre as conversas com o alienígena e as discussões com a positrônica que queria matar todas as pessoas do grupo.
A HORA DE DESPERTAR – Parte 5
Quando o shuttle partiu, Tanah e Ethan estavam na oficina supervisionando a fabricação das peças para consertar a nave auxiliar Arcônida.
Em sua maioria eram peças mecânicas que foram quebradas pelo impacto contra o planeta.
- Quando chegarmos ao planeta teremos feito mais da metade do serviço e logo você poderá voltar para casa. Disse Ethan com satisfação.
A HORA DE DESPERTAR – Parte 4
- Então, o que acham? – perguntou Anderson aos que ficaram.
Ethan estava consultando o terminal do computador à sua frente para ver se encontrava algo relativo ao que tinha escutado.
O físico Roberto Respeck balançou a cabeça negativamente e disse:
- Não me lembro de nada que se pareça com o que este Tanah relatou. Para mim, isto tudo não tem base.
A HORA DE DESPERTAR – Parte 3
- “O que significa isso?” Perguntou o capitão sem entender do que se estava falando.
- O senhor nunca ouviu falar de um cientista escritor chamado Isaac Asimov? Ele criou as três leis da robótica em um de seus livros. E se o senhor ainda não entendeu significa que a tecnologia dessa raça é bem superior a tudo que conhecemos embora sua fonte de força pareça ser fusão nuclear.
Depois de alguns segundos concluiu:
A HORA DE DESPERTAR – Parte 2
“Tudo começou quando aquela coisa caiu do céu em pleno nordeste brasileiro, no meio de uma área desértica na fazenda de um “coronel”. Ainda antes de esfriar e a convite do governo brasileiro, cientistas de todo o mundo vieram para estudar aquela nave em Julho de 1995. Apesar de seu estado deplorável por causa de muitos danos ainda sem explicação e dos efeitos da reentrada na atmosfera.
Dez anos haviam se passado desde que o ‘intruso’ havia chegado quando foi anunciada que a linguagem fora decifrada e que o conteúdo do computador, mesmo bastante danificado, poderia ser lido.



